domingo, 22 de junho de 2008
A IMPORTÂNCIA NOS ESTUDOS SOCIAIS NO CURRÍCULO ESCOLAR
Um estudo voltado para uma metodologia tomada de figuras heróicas e infalíveis pode resultar em cidadãos omissos, despidos da consciência do seu papel e responsabilidade sobre o que ocorre na sociedade, devido a supervalorização das ações da elite. No entanto, um estudo crítico, refletindo as contribuições de cada cultura, sem o favorecimento da visão do vencedor, pode formar um cidadão consciente das atrocidades, atos falhos, monopolismo e prepotência na tomada de decisões, demonstrando a importância de negar-se a submeter-se a passividade.
São os Estudos Sociais que auxiliarão o aluno a ajustar-se na sociedade, compreendendo o seu papel na mesma e os fatores que o levaram ao patamar em que está, contribuindo para o bem estar pessoal e coletivo, ajudando o aluno a despir-se de preconceitos, desenvolver o espírito crítico e compreender o universo de verdades e possibilidades do mundo.
Segundo Maria Aparecida Quadros Borges e Jezulino Lúcio Mendes Braga, a partir do Golpe de 1964 “A proposta metodológica tinha como pressuposto que os estudos sobre a sociedade deveriam estar vinculados aos estágios de desenvolvimento psicológico do aluno, devendo pois, partir do concreto ao abstrato em etapas sucessivas. Neste sentido, iniciava-se o estudo do mais próximo, a comunidade, ou o bairro, indo sucessivamente ao mais distante, o município, o estado, o país e o mundo”.
Apesar de num mundo de comunicação a longas distâncias e tele-conferências tornarem o outro lado do mundo concreto a olho nu, sou favorável a visão de partir-se da história da criança e do seu meio para o estudo das temáticas sociais. Mas o fato é que na prática, não importa o ponto de partida: mas a metodologia empregada e a atenção aos interesses da turma. Se a criança desde a Educação Infantil estuda a sua história e a teve efetivada com eficiência e por exemplo estamos com os meios de comunicação (instrumento benéfico e maléfico) a toda com Copa do Mundo ou Olimpíadas, não há como prender-se no estudo do bairro...há que se ultrapassar fronteiras.
O papel do professor é ter os olhos bem atentos para os interesses das crianças e os acontecimentos ao redor, auxiliando na compreensão das coisas como estão e na reflexão sobre o fato de poderem ser mantidas ou alteradas, atentando para os fatores que determinam isso.
Há um velho bordão que diz que “Quem não conhece sua História não sabe para onde vai”, porque foi ela que nos trouxe o que temos aqui.
Já a função da Geografia é resultar no entendimento da disposição dos espaços, das relações, desigualdades e contradições de nossa sociedade, noções que a criança já tem e devem ser reconhecidas e aprofundadas.
Mas o fundamento de cada disciplina está no reconhecimento por parte do professor da sua importância e da busca por parte do mesmo de estudá-la de forma crítica, desapegada das verdades do professor e de forma construtiva e reflexiva, longe de uma prática bancária, formadora de alunos passivos.
É necessário desafiar a criança, motivá-la a fazer relações com suas vivências, a questionar suas verdades ( e as nossas), reconhecendo a aplicabilidade dos saberes escolares.
Bibliografia:
http://64.233.169.104/search?q=cache:fnVja2ATbe0J:www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp%3Fid%3D14038+import%C3%A2ncia+de+estudos+sociais&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br
http://64.233.169.104/search?q=cache:5pHjSXBmPRcJ:www.unilestemg.br/revistaonline/volumes/01/downloads/artigo_09.doc+estudos+sociais+nas+s%C3%A9ries+iniciais&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=12&gl=br
sábado, 24 de maio de 2008
Estudo sobre sombras
Achei fantástico descobrir que o conceito d sombra para as criançs não é algo tão óbvio assim. Encontrei uma publicação de um trabalho cuja proposta era de fazer uma investigação sobre como os alunos resolveriam o problema de fazr com objetos de formas diferentes, sombras iguais (http://64.233.169.104/search?q=cache:5s6v3cvEgvgJ:www.fsc.ufsc.br/ccef/port/12-1/artpdf/a1.pdf+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br)
Descobri a partir da leitura que estudos de Piaget fundamentam que até os cinco anos a criança pensa que a sombra sai do objeto, que ela vem da noite, das árvores ou do canto do quarto. Com 6, 7 anos, pensam que é uma substância que sai do objeto (olha que coisa fantástica!). Aos 8 anos, compreendem que sombra deve-se à falta da luz, mas continuam a entendê-la como emanação. Aos 9 anos, negam a existência de sombra à noite ou sem luz, a sombra se torna ausência de luz. GUesne interroga alunos de 13, 14 anos, que entendem sombra como reflexo (considerando semelhança da sombra e forma do objeto), mas confundem a luz com seus efeitos, dizendo que sombra é uma luz mais escura. Descobri também que o primeiro nível de ação de uma criança sobre um objeto é para conhecê-lo e entender como funciona. Daí a importância do manuseio livre antes das atividades.
Com a família, não fiz grandes descobertas...assim como as crianças, apesar de saber que conforme a localização da luz, formar-se-iam novas sombras, acredite, não tinha concebido sombras diferentes das formas geométricas.
Lendo o resultado da pesquisa com aquelas crianças de 8 a 10 anos, descobri como tornar a sombra do quadrado grande e do pequeno iguais a do retângulo. (Como sou pateta! Não me ocorreu isso. Nem a família...) Mas não me conformo, que assim como a turma da pesquisa, não consegui fazer o quadrado pequeno e o círculo grande terem sombras iguais....COMO?
Ah, e que tal descobrir que duas sombras se atraem, deformando para isso uma delas? E sabe por quê? Porque os raios do sol não são paralelos, fazendo com que as bordas não sejam bem definidas... Para saber mais, leia...
http://64.233.169.104/search?q=cache:4VPlCP15rK8J:www.if.ufrgs.br/~lang/Sombras.pdf+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=18&gl=br
E alguém descubra uma forma de contar ao cérebro que a sombra não faz parte do nosso corpo! Leia o último site indicado. É de rir...
Retomando...Sites muito bons!
As atividades de conhecimento físico: um exemplo relativo à sombra:
http://64.233.169.104/search?q=cache:5s6v3cvEgvgJ:www.fsc.ufsc.br/ccef/port/12-1/artpdf/a1.pdf+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=3&gl=br
Leitura de fábulas com sombras de cenários e personagens:
http://64.233.169.104/search?q=cache:8OWJG8Y74LAJ:www.centrorefeducacional.com.br/lefabul.htm+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=11&gl=br
A atração entre as sombras:
http://64.233.169.104/search?q=cache:4VPlCP15rK8J:www.if.ufrgs.br/~lang/Sombras.pdf+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=18&gl=br
Seu corpo acha que sua sombra faz parte dele:
http://64.233.169.104/search?q=cache:BslaHRKkGNgJ:www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_exibe.asp%3Fcod_noticia%3D1301+texto+atividade+sombra&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=63&gl=br
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Planejamento – Mapa Estrutural
PLANEJAMENTO | |
Conhecimentos Objetivos Concepções
Prévios infantis
Conteúdos Conhecimentos
Históricos
Hipóteses
Atividades didático-pedagógicas
Problematizações |
AVALIAÇÃO
SONHOS ESCOLHAS
Planejamento – Mapa Estrutural
PLANEJAMENTO | |
Conhecimentos Objetivos Concepções
Prévios infantis
Conteúdos Conhecimentos
Históricos
Hipóteses
Atividades didático-pedagógicas
Problematizações |
AVALIAÇÃO
SONHOS ESCOLHAS
Aceitei o desafio: quem é Mnemosyne?

Mnemosyne
Data de nascimento: Grécia Antiga
Filiação: Urano e Gaia (Céu e Terra)
Irmãos: Chronos e Okeanos (Tempo e Oceano)
Características: Deusa da memória
Ela teve de Zeus as Noves Musas:
* Clio (a quem confere fama) era a musa da História.
*Euterpe (a que dá júbilo) era a musa da poesia lírica.
* Tália (a festiva) era a musa da comédia.
* Melpômene (a cantora) era a musa da tragédia.
* Terpsícore (a que adora dançar) era a musa da dança.
* Érato (a que desperta desejo) era a musa do verso erótico.
* Polímnia (a de muitos hinos) era a musa dos hinos sagrados e da narração de histórias
* Urânia (celeste) era a musa da astronomia.
Calíope (bela voz), a primeira entre as irmãs, era a musa da eloqüência.
O poço de Mnemosyne fazia os mortos, que dele bebiam, relembrar suas vidas, o oposto do poço de Lethe, que os fazia esquecer.